A Linden Lab, empresa responsável pelo acesso aos servidores do Second Life no mundo inteiro, informa que estão ocorrendo problemas para acesso a recursos in world, como por exemplo: Teleporte, Pesquisa, Informações de terrenos e de valores em L$.A Linden Lab já está trabalhando na correção desse problema e conta com a colaboração e paciência de todos os residentes.
Fonte: www.secondlifebrasil.com.br
segunda-feira, 30 de julho de 2007
sábado, 28 de julho de 2007
Jesuítas querem usar o Second Life para difundir o Evangelho
CIDADE DO VATICANO - A Companhia de Jesús, tradicional ordem católica, propôs nesta quinta-feira usar a plataforma virtual Second Life - universo paralelo na internet - para difundir o Evangelho. A proposta, apresentada na revista jesuíta "Civiltà Cattolica", foi bem recebida no Vaticano.
O presidente do Pontifício Conselho das Comunicações Sociais, o arcebispo Cláudio Maria Celli, declarou-se entusiasta da idéia. Depois de analisar as vantagens e os inconvenientes do mundo virtual, os jesuítas perguntam se há "ciberespaço para Deus", já que a "terra digital" pode ser convertida "à sua maneira, em uma terra de missões".
Celli qualificou a proposta como "positiva e interessante", pois a Igreja sustenta que a "rede é um mundo enorme". No popular Second Life estão pessoas com "necessidades de caráter espiritual", e não se deve despreza essa demanda, diz o artigo dos jesuítas.
Fonte: O Globo
O presidente do Pontifício Conselho das Comunicações Sociais, o arcebispo Cláudio Maria Celli, declarou-se entusiasta da idéia. Depois de analisar as vantagens e os inconvenientes do mundo virtual, os jesuítas perguntam se há "ciberespaço para Deus", já que a "terra digital" pode ser convertida "à sua maneira, em uma terra de missões".
Celli qualificou a proposta como "positiva e interessante", pois a Igreja sustenta que a "rede é um mundo enorme". No popular Second Life estão pessoas com "necessidades de caráter espiritual", e não se deve despreza essa demanda, diz o artigo dos jesuítas.
Fonte: O Globo
sexta-feira, 27 de julho de 2007
Você S/A: Procura-se um avatar
Oportunidades reais de carreira estão sendo criadas pelo ambiente virtual do Second Life.
Os avatares trabalham, se divertem, namoram e pagam tudo isso com seu próprio dinheiro, o linden dollar. Esse ambiente ainda é incipiente, mas muitas pessoas já perceberam que é bom não ficar de fora. As empresas reais estão de olho no crescimento dos negócios no Second Life e novos empregos e carreiras começaram a surgir.
Os profissionais mais procurados são os programadores de computador e os designers. "Está faltando gente qualificada para dar conta da demanda das empresas que querem se inserir no mundo virtual", diz Ricardo Pomeranz, presidente da Rapp Digital, braço da agência de marketing direto Rapp Collins. A empresa inseriu a Petrobras no Second Life.
O Estúdio Cafeína, agência de marketing especializada em Second Life, sentiu na pele a escassez de profissionais que entendem deste assunto. A agência, que incluiu a empresa de aviação TAM e a construtora Tecnisa nesse "universo paralelo", triplicou o número de funcionário para 30 pessoas em seis meses. Segundo Roberta Alvarenga, diretora da empresa, para desenvolver projetos para o Second Life é importante que haja diversidade cultural entre as pessoas que formam a equipe de criação. Roberta levou ao extremo essa decisão e contratou uma cabeleireira para integrar a turma.
Ela vai usar sua experiência para dar um jeito nas madeixas dos avatares. "Estamos criando um novo mundo", diz Roberta. Outras agências, como a Click e a Rapp Digital, realocaram os seus profissionais com o objetivo de criar equipes exclusivas e desenvolver estratégias de comunicação nesta nova plataforma.
Não é só nas agências de marketing que faltam profissionais.Nas grandes empresas que querem ingressar no Second Life também. Os funcionários que antes só se dedicavam às campanhas de marketing no mundo real acumulam agora a tarefa de pensar no virtual também. "A tendência é que nos próximos meses essas empresas criem equipes internas para administrar esses novos projetos", diz Abel Reis (foto acima), vice-presidente da Agência Click.
O Unibanco já deu o primeiro passo nessa direção.O banco tem um estande no Second Life para dar informações sobre todos os seus produtos financeiros e, no futuro, pretende realizar transações nesse ambiente. "Com o aumento dos serviços será preciso contratar mais gente, como um analista financeiro que trabalhará no Second Life para dar informações sobre investimentos, por exemplo", diz Marcos Caetano, diretor de comunicação corporativa do banco.
Dentro ou fora do ambiente virtual, a tendência é de que o Second Life ainda ofereça inúmeras oportunidades de trabalho. "Quem quiser entrar nessa precisa ter muita criatividade, ser inovador e ficar antenado para saber os caminhos que a tecnologia está criando", afirma Romero Tori, coordenador do Laboratório de Tecnologias Interativas da USP (Interlab).
Se você nunca ouviu falar em Second Life, mas está interessado em ingressar nele, não se desespere. É provável que muitos cursos sejam oferecidos, como os do Senac São Paulo, que lançou cinco programas voltados para preparar pessoas para trabalhar no Second Life. Os alunos e os professores vão criar seus próprios avatares e as aulas serão dadas no ambiente virtual. Os estudantes vão aprender a criar objetos como cadeiras, roupas e carros que serão comercializados lá dentro. "As carreiras da vida real já começaram a ser transportadas para a virtual", diz Sidney Latorre, gerente de tecnologia da informação do Senac São Paulo.
As oportunidades no Second Life
Nas idéias
Jornalistas e publicitários que pensam na nova função das empresas no mundo virtual
No desenho
Designers, arquitetos e engenheiros que dão forma às empresas, pessoas e objetos
Na programação
Técnicos de computação que dão vida aos projetos desenhados
Por Renata Avediani
Fonte: Você S/A.

Os avatares trabalham, se divertem, namoram e pagam tudo isso com seu próprio dinheiro, o linden dollar. Esse ambiente ainda é incipiente, mas muitas pessoas já perceberam que é bom não ficar de fora. As empresas reais estão de olho no crescimento dos negócios no Second Life e novos empregos e carreiras começaram a surgir.
Os profissionais mais procurados são os programadores de computador e os designers. "Está faltando gente qualificada para dar conta da demanda das empresas que querem se inserir no mundo virtual", diz Ricardo Pomeranz, presidente da Rapp Digital, braço da agência de marketing direto Rapp Collins. A empresa inseriu a Petrobras no Second Life.
O Estúdio Cafeína, agência de marketing especializada em Second Life, sentiu na pele a escassez de profissionais que entendem deste assunto. A agência, que incluiu a empresa de aviação TAM e a construtora Tecnisa nesse "universo paralelo", triplicou o número de funcionário para 30 pessoas em seis meses. Segundo Roberta Alvarenga, diretora da empresa, para desenvolver projetos para o Second Life é importante que haja diversidade cultural entre as pessoas que formam a equipe de criação. Roberta levou ao extremo essa decisão e contratou uma cabeleireira para integrar a turma.
Ela vai usar sua experiência para dar um jeito nas madeixas dos avatares. "Estamos criando um novo mundo", diz Roberta. Outras agências, como a Click e a Rapp Digital, realocaram os seus profissionais com o objetivo de criar equipes exclusivas e desenvolver estratégias de comunicação nesta nova plataforma.
Não é só nas agências de marketing que faltam profissionais.Nas grandes empresas que querem ingressar no Second Life também. Os funcionários que antes só se dedicavam às campanhas de marketing no mundo real acumulam agora a tarefa de pensar no virtual também. "A tendência é que nos próximos meses essas empresas criem equipes internas para administrar esses novos projetos", diz Abel Reis (foto acima), vice-presidente da Agência Click.
O Unibanco já deu o primeiro passo nessa direção.O banco tem um estande no Second Life para dar informações sobre todos os seus produtos financeiros e, no futuro, pretende realizar transações nesse ambiente. "Com o aumento dos serviços será preciso contratar mais gente, como um analista financeiro que trabalhará no Second Life para dar informações sobre investimentos, por exemplo", diz Marcos Caetano, diretor de comunicação corporativa do banco.
Dentro ou fora do ambiente virtual, a tendência é de que o Second Life ainda ofereça inúmeras oportunidades de trabalho. "Quem quiser entrar nessa precisa ter muita criatividade, ser inovador e ficar antenado para saber os caminhos que a tecnologia está criando", afirma Romero Tori, coordenador do Laboratório de Tecnologias Interativas da USP (Interlab).
Se você nunca ouviu falar em Second Life, mas está interessado em ingressar nele, não se desespere. É provável que muitos cursos sejam oferecidos, como os do Senac São Paulo, que lançou cinco programas voltados para preparar pessoas para trabalhar no Second Life. Os alunos e os professores vão criar seus próprios avatares e as aulas serão dadas no ambiente virtual. Os estudantes vão aprender a criar objetos como cadeiras, roupas e carros que serão comercializados lá dentro. "As carreiras da vida real já começaram a ser transportadas para a virtual", diz Sidney Latorre, gerente de tecnologia da informação do Senac São Paulo.
As oportunidades no Second Life
Nas idéias
Jornalistas e publicitários que pensam na nova função das empresas no mundo virtual
No desenho
Designers, arquitetos e engenheiros que dão forma às empresas, pessoas e objetos
Na programação
Técnicos de computação que dão vida aos projetos desenhados
Por Renata Avediani
Fonte: Você S/A.
Empresa proíbe apostas no Second Life

San Francisco, 27 jul (EFE).- A Linden Lab, empresa criadora do Second Life, proibiu a realização de apostas e a participação em jogos de azar, para cumprir com as leis americanas que regulam o jogo na Internet.
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Em comunicado divulgado hoje, a Linden Lab assinala que os participantes do Second Life têm que cooperar "com as leis federais aplicáveis ao jogo online, mesmo quando os operadores e os jogadores residem fora dos EUA".
A nova política proíbe as apostas em jogos de azar, como a roleta e os caça-níqueis, ou naqueles que dependam dos resultados de eventos esportivos da vida real, caso representem o pagamento de "dólares linden", a moeda corrente no Second Life.
Em abril, a Linden Lab anunciou que estava cooperando com uma investigação do FBI sobre o Second Life, que incluía a visita de investigadores aos cassinos do mundo virtual.
Embora o Congresso americano tenha proibido há um ano as apostas na internet, economias virtuais como a do Second Life permitiam a seus usuários jogar com dinheiro virtual, que, na maioria dos casos, acabava sendo trocado por dinheiro real.
O Second Life já tem 8,3 milhões de usuários que interagem e fazem negócios neste mundo virtual, e que investiram em propriedades e avatares virtuais cerca de US$ 2,6 bilhões de "dólares linden", equivalente a US$ 9,6 milhões.
Ao contrário de outros jogos na Internet, a Linden Lab outorga a seus usuários a propriedade de todos os objetos encontrados e comprados no Second Life.
A decisão da Linden Lab gerou uma avalanche de críticas entre os usuários do Second Life, que lamentam que as leis do mundo real freiem cada vez mais a liberdade no universo virtual.
Fonte: EFE
terça-feira, 24 de julho de 2007
Second Life terá primeiro casamento gay brasileiro
Dois avatares femininos estão com cerimônia virtual marcada para a próxima semana
O mundo virtual do Second Life vai assistir na quinta-feira, 26, ao primeiro casamento gay entre avatares brasileiros. São duas mulheres na vida real que, após três meses de namoro, resolveram trocar alianças virtualmente. "Uniões civis" são até comuns no metaverso (cerca de duas por semana), mas essa levanta discussões pelo contexto: além da orientação sexual, ambas têm namorados reais e mantêm uma segunda relação no jogo.
Elas não dizem o nome verdadeiro por nada. "Enfrentaremos preconceito da família", afirmou ao estadao.com.br a avatar Natsbrasil Boa, uma das noivas. Ela e a parceira Katia Ducatillion entrarão juntas em uma capela do metaverso, com vestidos brancos, acompanhadas por padrinhos. Ninguém esperará no altar.
Natsbrasil é uma psicóloga paulistana de 27 anos. Katia é professora em Santa Catarina e tem 25. Apesar de manter relacionamentos reais com homens, se dizem bissexuais e aproveitam o metaverso para revelar a condição. "Meu namorado não gostou muito no começo", diz Natsbrasil. "Mas não teve escolha."
O namorado de Katia não conhece o relacionamento. Ela usa o Second Life para namorar escondido. Segundo a parceira, nem mesmo a família da catarinense sabe da bissexualidade.
Repercussão
Além de grande repercussão na imprensa especializada no universo GLS, o episódio do casamento serve para provar a força e grande presença de avatares gays no metaverso.
Natsbrasil e Katia vão se casar porque venceram um concurso no Second Life, promovido pela empresa brasileira de casamentos Moo'nlight Chapel. Ganharia uma cerimônia gratuita o casal que acumulasse mais votos de outros residentes. A comunidade gay se mobilizou e superou outros 30 casais heterossexuais na eleição. O prêmio será retirado na quinta-feira, 26, às 22 horas.
Outra incursão do movimento GLS no mundo virtual foi realizada no final de junho. A Ilha Gomorra sediou a primeira Parada Gay do Second Life, com presença de pelo menos 250 avatares. Houve distribuição de camisetas com cores do arco-íris, além de brindes e panfletos.
Casamentos
Cerimônias de casamento no Second Life são semelhantes às da "primeira vida". Residentes bem vestidos esperam sentados em bancos da capela, enquanto a noiva entra com pai ou padrinhos, com as músicas típicas. O noivo espera no altar. Há formas específicas de dar movimentos aos avatares, como a troca de alianças, fornecida pela empresa virtual de eventos.
Segundo o publicitário Marcio Moo, dono da Moo'nlight Chapel, uma festa custa em média 3,5 mil linden dollars (o dinheiro do metaverso), o equivalente a R$ 35. Os noivos têm direito a duas capelas com 10,2 mil metros quadrados, salão de festa, convite, oficiante, bolo, fotografia, DJ e certidão de casamento. Tudo virtual.
Fonte:Agência Estado
O mundo virtual do Second Life vai assistir na quinta-feira, 26, ao primeiro casamento gay entre avatares brasileiros. São duas mulheres na vida real que, após três meses de namoro, resolveram trocar alianças virtualmente. "Uniões civis" são até comuns no metaverso (cerca de duas por semana), mas essa levanta discussões pelo contexto: além da orientação sexual, ambas têm namorados reais e mantêm uma segunda relação no jogo.
Elas não dizem o nome verdadeiro por nada. "Enfrentaremos preconceito da família", afirmou ao estadao.com.br a avatar Natsbrasil Boa, uma das noivas. Ela e a parceira Katia Ducatillion entrarão juntas em uma capela do metaverso, com vestidos brancos, acompanhadas por padrinhos. Ninguém esperará no altar.
Natsbrasil é uma psicóloga paulistana de 27 anos. Katia é professora em Santa Catarina e tem 25. Apesar de manter relacionamentos reais com homens, se dizem bissexuais e aproveitam o metaverso para revelar a condição. "Meu namorado não gostou muito no começo", diz Natsbrasil. "Mas não teve escolha."
O namorado de Katia não conhece o relacionamento. Ela usa o Second Life para namorar escondido. Segundo a parceira, nem mesmo a família da catarinense sabe da bissexualidade.
Repercussão
Além de grande repercussão na imprensa especializada no universo GLS, o episódio do casamento serve para provar a força e grande presença de avatares gays no metaverso.
Natsbrasil e Katia vão se casar porque venceram um concurso no Second Life, promovido pela empresa brasileira de casamentos Moo'nlight Chapel. Ganharia uma cerimônia gratuita o casal que acumulasse mais votos de outros residentes. A comunidade gay se mobilizou e superou outros 30 casais heterossexuais na eleição. O prêmio será retirado na quinta-feira, 26, às 22 horas.
Outra incursão do movimento GLS no mundo virtual foi realizada no final de junho. A Ilha Gomorra sediou a primeira Parada Gay do Second Life, com presença de pelo menos 250 avatares. Houve distribuição de camisetas com cores do arco-íris, além de brindes e panfletos.
Casamentos
Cerimônias de casamento no Second Life são semelhantes às da "primeira vida". Residentes bem vestidos esperam sentados em bancos da capela, enquanto a noiva entra com pai ou padrinhos, com as músicas típicas. O noivo espera no altar. Há formas específicas de dar movimentos aos avatares, como a troca de alianças, fornecida pela empresa virtual de eventos.
Segundo o publicitário Marcio Moo, dono da Moo'nlight Chapel, uma festa custa em média 3,5 mil linden dollars (o dinheiro do metaverso), o equivalente a R$ 35. Os noivos têm direito a duas capelas com 10,2 mil metros quadrados, salão de festa, convite, oficiante, bolo, fotografia, DJ e certidão de casamento. Tudo virtual.
Fonte:Agência Estado
segunda-feira, 23 de julho de 2007
Universidades brasileiras investem no Second Life
Intenção é explorar novas possibilidades de aprendizado, diz jornal `Valor Econômico´
Reportagem publicada nesta segunda-feira, 23, no jornal Valor Econômico aborda a crescente utilização do mundo virtual do Second Life por universidades brasileiras. Seguindo o exemplo de mais de cem instituições de ensino de todo o mundo, faculdades nacionais buscam recriar o modelo de aprendizagem tradicional.
Já têm sede no metaverso a Universidade Mackenzie, a Universidade Presbiteriana Anhembi Morumbi e as Faculdades Senac. A Universidade de São Paulo (USP) e a Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) anunciaram uma parceria para agosto.
Além de promover ações de marketing para conseguir novos alunos, as universidades promovem cursos online. Diferente dos tradicionais, oferecidos pela Web e até por teleconferência, esses conseguem criar contato entre professores e alunos. "O fato de você se ver presente na sala de aula com seu avatar e poder interagir com com os colegas e professores colabora para um maior envolvimento dos alunos", afirma na matéria a coordenadora de informática na educação do Mackenzie.
Fonte: Agência Estado
Reportagem publicada nesta segunda-feira, 23, no jornal Valor Econômico aborda a crescente utilização do mundo virtual do Second Life por universidades brasileiras. Seguindo o exemplo de mais de cem instituições de ensino de todo o mundo, faculdades nacionais buscam recriar o modelo de aprendizagem tradicional.
Já têm sede no metaverso a Universidade Mackenzie, a Universidade Presbiteriana Anhembi Morumbi e as Faculdades Senac. A Universidade de São Paulo (USP) e a Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) anunciaram uma parceria para agosto.
Além de promover ações de marketing para conseguir novos alunos, as universidades promovem cursos online. Diferente dos tradicionais, oferecidos pela Web e até por teleconferência, esses conseguem criar contato entre professores e alunos. "O fato de você se ver presente na sala de aula com seu avatar e poder interagir com com os colegas e professores colabora para um maior envolvimento dos alunos", afirma na matéria a coordenadora de informática na educação do Mackenzie.
Fonte: Agência Estado
sexta-feira, 20 de julho de 2007
Babado Novo produz o primeiro clipe brasileiro no Second Life
Lançamento oficial foi feito hoje, na Ilha Mosaico, com presença de Claudia Leitte.
A Pakay estava lá representada por FairyNinde e Agnes Winx.
A música "Doce Paixão" está no novo disco da banda baiana, Ver-te Mar, que acaba de chegar às lojas. Claudinha estará promovendo o novo clipe do Babado Novo, "Doce Paixão".
O vídeo foi filmado no ambiente virtual Second Life (clique aqui para saber mais sobre o assunto).Este é o primeiro clipe brasileiro feito dentro do Second Life. A música está no novo disco da banda baiana, Ver-te Mar, que acaba de chegar às lojas.
Fonte: iG Música.
Tiramos algumas fotos exclusivas pra vcs!!! Confiram!!!




E como tudo sempre acaba em beijo aqui... Aí está o da Claudinha Leite pra vcs!!!!!

A Pakay estava lá representada por FairyNinde e Agnes Winx.
A música "Doce Paixão" está no novo disco da banda baiana, Ver-te Mar, que acaba de chegar às lojas. Claudinha estará promovendo o novo clipe do Babado Novo, "Doce Paixão".
O vídeo foi filmado no ambiente virtual Second Life (clique aqui para saber mais sobre o assunto).Este é o primeiro clipe brasileiro feito dentro do Second Life. A música está no novo disco da banda baiana, Ver-te Mar, que acaba de chegar às lojas.
Fonte: iG Música.
Tiramos algumas fotos exclusivas pra vcs!!! Confiram!!!



E como tudo sempre acaba em beijo aqui... Aí está o da Claudinha Leite pra vcs!!!!!
Bjossss à todos nossos leitores!!!!
Se tiverem sugestões por favor... deixem seus comentários... ficaremos felizes, pode ser críticas ok??
Marcadores:
babado novo,
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doce paixão,
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second life,
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virtual,
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domingo, 15 de julho de 2007
Second Life lança bate-papo com voz
Ferramenta permite que residentes conversem por voz em localidades determinadas do metaverso.
A Liden Labs divulgou na quarta-feira em seu blog, que a ferramenta para comunicação por voz deixou o estágio beta. A ferramenta faz parte dos pacotes “First Look”, que oferecem betas para a comunidade Second Life.
As funcionalidades do comunicador estão disponíveis em várias localidades do metaverso, há um mapa na página de download com as regiões onde o serviço está disponível.
Ao instalar o recurso o residente deve habilitar a função de voz, que fica desativada automaticamente. Para ativar o recurso basta ir à guia preferências e em Voice Chat, selecionando a opção Enable voice (habilitar voz).
O sistema de som funciona de acordo com a proximidade “física” no jogo, quanto mais perto de outro avatar, mais alto e claro o som. Além do chat por proximidade, conversas um a um e entre grupos podem ser utilizadas, de forma semelhante à dos comunicadores instantâneos.
Para utilizar o recurso de voz é necessário um fone de ouvido com microfone, preferencialmente via USB.
Alguns erros já são conhecidos. Nas chamadas entre dois avatares, ocasionalmente, a conversa pode ficar muda. Segundo o blog esse é um problema que já será corrigido.
Fonte: Redação do IDG Now!
A Liden Labs divulgou na quarta-feira em seu blog, que a ferramenta para comunicação por voz deixou o estágio beta. A ferramenta faz parte dos pacotes “First Look”, que oferecem betas para a comunidade Second Life.
As funcionalidades do comunicador estão disponíveis em várias localidades do metaverso, há um mapa na página de download com as regiões onde o serviço está disponível.
Ao instalar o recurso o residente deve habilitar a função de voz, que fica desativada automaticamente. Para ativar o recurso basta ir à guia preferências e em Voice Chat, selecionando a opção Enable voice (habilitar voz).
O sistema de som funciona de acordo com a proximidade “física” no jogo, quanto mais perto de outro avatar, mais alto e claro o som. Além do chat por proximidade, conversas um a um e entre grupos podem ser utilizadas, de forma semelhante à dos comunicadores instantâneos.
Para utilizar o recurso de voz é necessário um fone de ouvido com microfone, preferencialmente via USB.
Alguns erros já são conhecidos. Nas chamadas entre dois avatares, ocasionalmente, a conversa pode ficar muda. Segundo o blog esse é um problema que já será corrigido.
Fonte: Redação do IDG Now!
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